sábado, 18 de fevereiro de 2017

Momentos ruins da vida

Pode ser que fosse a melhor coisa que me acontecesse
Pode ser que não
A vida é dura e nela temos que ser sinceros
Com nossos sentimentos interiores
Temos que saber a hora de dizer um não
Temos que ter limites
Diplomacia é uma arte
Encarar a vida e vencer desafios é difícil
Ter paz é fundamental
Errar e insistir no erro é estupidez
Um grande amor pode vir e não ficar
E se a base for fraca
A vida vai embora como um som
Que se dissipa no ar

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O Ocidente e seu declínio

Podemos resumir em três palavras o que ocorre com o ocidente nesse momento: inversão de valores.


Vídeo do professor Maro Filósofo

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A Barbárie Muçulmana na Europa...





Uma compilação de momentos chocantes



Agressões à crianças alemãs

O paradoxo da tolerância religiosa que serve de justificativa para a aceitação de muçulmanos na Europa e na América

          Nessa última semana do mês de Janeiro de 2017, Trump optou por barrar os imigrantes islâmicos para os Estados Unidos e a TV Norte-Americana em massa caiu em cima do presidente condenando tal atitude, alegando de imediato que a medida é inconstitucional.
          Entretanto, a priore, isso não se restringe somente a uma questão jurídica. Trata-se de uma questão de zelo pela soberania do país e até pela proteção da própria nação estadunidense, o que é muito mais importante do que o fator legal da causa. É uma questão complexa.
          Os países ocidentais, especialmente os europeus, estão sendo responsabilizados por algo que eles não tem culpa e aqueles governantes que não se aderem ao politicamente correto e a todas essas diretrizes esquerdistas da agenda da esquerda global, estão sendo ridicularizados pela mídia por todo o mundo.
          E o pior, alguns desses imigrantes estão causando um verdadeiro terror (no sentido mais agressivo da palavra) nos países onde estão. Há centenas de vídeos no Youtube mostrando as humilhações e agressões extremamente violentas sofridas pelas populações dos países que receberam esses imigrantes, em especial, Alemanha e França, onde a maior razão pela qual se aceitam os imigrantes é porque esses são uma fonte garantida de votos para os partidos de esquerda desses mesmos países. Estamos diante de uma conspiração de uma minoria política que conspira contra seu próprio povo.


Vídeo do professor Maro

Aqui estão alguns vídeos que reforçam bastante o que vários jornalistas e pensadores conservadores vêm denunciando há anos: que essa política de imigração é extremamente prejudicial a população e ataca diretamente a soberania dos países. Veja e tire suas conclusões.


O vídeo se auto-responnde


Reação de um policial francês a imigrantes islâmicos radicais



A caótica situação na França


Na Alemanha,Imigrantes muçulmanos espancam mulher e seu filho pequeno.

"Carne fácil" - gangues de estupradores muçulmanos acobertadas na Inglaterra - CBN News

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Muita mentira, muita desinformação por parte da mídia e uma possibilidade razoável de um conflito global

escrito por Paulo Octávio Tassinari

       Prezados leitores, fui bastante seletivo com as fontes de informação que achei no Youtube sobre este assunto de extrema delicadeza e que merece ser tratado de maneira muito séria. Ouvi opiniões pessimistas, algumas mais otimistas e outras bastante desmoderadas a respeito do estrangulamento das relações políticas entre Estados Unidos e Rússia.
       Uma coisa eu afirmo com propriedade: a desinformação está presente em todas as faces da mídia. Seja aonde for e principalmente nas redes sociais, interesses políticos estão passando por cima do jornalismo legítimo, que se ampara na verdade e no que é certo, ou seja, naquilo que é cristão.
       Entendo que ao falar que a desinformação está presente na rede, ponho o meu próprio texto em cheque, entretanto pesquisei bastante e aqui vos coloco o melhor de tudo o que vi, fornecendo as fontes mais confiáveis e sérias.
       Em síntese posso dizer que o mundo passará em breve por momentos que, no pior dos casos, poderá aniquilar todos nós, que somos apenas formigas tentando sobreviver debaixo de uma briga de gigantes que, ao que tudo indica, não dão a mínima para nossa existência.


Vídeo de Antonio Roberto Vigne


Vídeo de Nando Moura


Vídeo de Márcio Labre


Vídeo de Márcio Labre


Vídeo do Canal "Casando o Verbo"


Vídeo do Canal "Casando o Verbo"


Vídeo de Márcio Labre

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

sábado, 6 de agosto de 2016

Reflexão

"Temo o dia em que a tecnologia ultrapassar a interatividade humana. O mundo terá uma geração de idiotas"


domingo, 3 de julho de 2016

Saiba um pouco sobre o quanto e com o quê nossa excelentíssima presidenta gastou anualmente usando recursos públicos!

Escrito por José Casado e adaptado por Paulo Octávio

          A presidente vai reduzir seu salário, do vice-presidente e dos 31 ministros a partir de novembro. Dilma Rousseff ganha R$ 26,7 mil mensais e deve perder 10% desse valor. O corte salarial no topo do poder, porém, não faz diferença alguma no final das contas, pois a presidente, na verdade, tem tantos benefícios extra-salariais que quase não precisa gastar muito desse "mísero" salário que recebe.
          O caso da Presidência da República é surpreendente. Na última década, se tornou um agrupamento burocrático de dezenas de organismos, fundos e secretarias extraordinárias. Gastou R$ 9,3 bilhões no ano passado —210% mais que em 2005, já descontada a inflação do período.
          É um volume de dinheiro quase três vezes maior, por exemplo, que o gasto anual do Estado do Rio na manutenção da rede pública de saúde, com 60 hospitais (1.050 leitos de UTI).
          Ano passado (2014), as despesas do núcleo administrativo diretamente vinculado a Dilma somaram R$ 747,6 milhões! recorde no primeiro mandato de Dilma Roussef.
Pouco mais da metade disso (R$ 390,3 milhões) foi usado para pagar assessoria e serviços prestados à presidente nos palácios onde trabalha e reside e durante as viagens, segundo dados da Secretaria de Administração da Presidência disponíveis no Portal da Transparência, do governo federal.
          Dilma já custa para os brasileiros praticamente o dobro do que a rainha Elizabeth II e a família real para os súditos britânicos. A monarquia consumiu, em 2014, o equivalente a R$ 196,3 milhões, segundo relatório anual da Casa Real, tendo-se como referência a cotação da moeda (libra) no fim de agosto.
          Em Washington, como em Brasília, parte das despesas presidenciais acaba dissimulada no orçamento. A diferença fica por conta da credibilidade sobre as contas dos dois governos e a eficácia do controle público.
          Nos EUA, Congresso e organizações sociais mantêm ativa fiscalização. No Brasil, sobra desconfiança, e o controle é rarefeito. “Aqui, além da pouca transparência, o excesso de truques e maquiagens fez crescer em progressão geométrica o descrédito nas contas governamentais”, diz Gil Castelo Branco, da ONG Contas Abertas.
          Em Brasília, a rotina de Dilma fica circunscrita a um raio de 15 quilômetros: trabalha no Palácio do Planalto, mora no Alvorada e passa fins de semana na Granja do Torto, uma casa de campo.
          Logo cedo, a presidente passeia nos jardins do Alvorada, à margem do Lago Paranoá, entre araucárias e sibipurunas plantadas por Yoichi Aikawa, jardineiro do imperador japonês Hirohito, que doou o projeto paisagístico há mais de meio século. Caminha sobre um tapete vegetal três vezes maior que o Maracanã, com sutil variação de tons de verde derivada das gramas Esmeralda (Zoysia japonica), Batatais (Paspalum notatum) e São Carlos (Axonupus compressus). A irrigação e a jardinagem consomem R$ 4 milhões anuais.
          Os prédios da Presidência abrigam multidões de servidores públicos, assessores contratados e a mão de obra alugada de secretárias, telefonistas, vigilantes, faxineiros e garçons, entre outros. Os serviços de manutenção somam R$ 220 milhões por ano.
          Vigilância e limpeza custam R$ 5,7 milhões anuais. Nas portarias, há um batalhão de vigias. Representam uma fração (R$ 1,5 milhão) de uma das maiores despesas do setor público: R$ 3 bilhões ao ano em policiamento privado, com elevada concentração em quatro grupos (Confederal, TBI, Albatroz e Santa Helena Vigilância). Ano passado, esse tipo de gasto superou os investimentos realizados por um conjunto de 33 órgãos, incluídos os ministérios do Esporte, das Comunicações e da Cultura.
          Há despesas mais prosaicas, como R$ 9,7 mil para quatro camareiras que lavam as roupas do vice-presidente Michel Temer, sob compromisso de “sigilo de informações”. E R$ 7,8 mil para tratamento semanal da piscina do Palácio do Jaburu, onde Temer mora.
          Recorrentes mudanças administrativas, produto da instabilidade nas relações da presidente com aliados, levaram à contratação permanente (por R$ 1milhão por ano) de empresa especializada na montagem e desmontagem de paredes divisórias no Planalto.
          Cada despesa nova leva uma justificativa pomposa. Exemplo: os R$ 39 mil pagos para encerar o piso de mármore do Planalto têm “o objetivo de manter a nobreza dos ambientes por onde circulam autoridades”, diz o contrato.
          O esmero burocrático se reflete na mesa do poder, com espaço para opções individuais, como a escolha do chefe de cozinha. Nem sempre dá certo. No governo Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, um sargento da Marinha foi enviado a Paris com a missão de aprender a cozinhar. Voltou, agradeceu e partiu para a aventura de um negócio próprio.
          Nas 28 copas, a prestação de serviços custa R$ 7,4 milhões. Por elas circulam 88 garçons, sempre em camisa branca, calça, paletó de dois botões e cinco bolsos, gravata-borboleta e sapatos pretos. Há 58 copeiras em calças sem pregas, blusa de mangas três-quartos, em microcrepon (do tipo anarruga), sob avental xadrez preto e branco, com viés nas laterais. Os uniformes são exigência contratual.
          A intensidade do movimento entre copa e cozinha varia conforme a predileção do governante por festas e homenagens. O governo Dilma foi de comemorações no primeiro mandato: gastou-se R$ 302,7 milhões, 40% mais que Lula em oito anos. Em 2014, foram R$ 77,3 milhões, média de R$ 213 mil por cada dia do calendário da reeleição.
          Luxo e fartura ambientam as cozinhas dos palácios. Paga-se R$ 9 mil por banho restaurador dos utensílios em prata 925 (esterlina, com 92,5% de pureza). Os gastos com alimentação no Planalto somam R$ 16 milhões anuais.
          Desse total, uma fatia de R$ 1,3 milhão fica reservada para prover a despensa, os cardápios sob encomenda e a adega da presidente, com capacidade para 2.000 garrafas. Quase tudo é mantido em segredo. Aos curiosos, a presidência acena com um decreto (nº 7.724) assinado pela própria Dilma, em 2012, onde se lê: “As informações que puderem colocar em risco a segurança do presidente da República, vice-presidente e seus cônjuges e filhos ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição.”
          Como nem os donos de segredos de Estado conseguem guardá-los, sabe-se que um dos mais caros cardápios é mantido à margem da contabilidade rotineira de copa e cozinha palaciana: custa R$ 2 milhões anuais o serviço de comida a bordo do avião presidencial.
          Já foi mais. Em 2006, Lula chegou a gastar R$ 3,7 milhões — mais que a conta dos cinco mil telefones da presidência naquele ano. Ele instituiu um padrão em voos, preservado por Dilma, com variedade de carnes (coelho assado, costeleta de cordeiro, rã, pato, picanha e peixe). O café da manhã a bordo custa R$ 58,60; a bandeja de frutas, R$ 102; cada canapé de caviar sai a R$ 7; camarão ou salmão defumado, a R$ 4,60.
          Em viagens ao exterior, Dilma prefere hotéis às residências oficiais nas embaixadas brasileiras. Em junho, passou três dias numa suíte do St. Regis, em Nova York, decorada por joalheiros da Tiffany. Depois, passou um dia em São Francisco, Califórnia, no hotel Fairmont, cuja suíte principal tem um mapa estelar em folhas de ouro contra um céu de safira. O custo médio das diárias nos EUA foi de R$ 36 mil.
          Para servi-la e à comitiva foram contratados 19 limusines, 15 motoristas, dois ônibus e um caminhão para transportar bagagens. Custou R$ 360 mil (o pagamento atrasou dois meses).
          Em Atenas, na Grécia, em 2011, a presidente gastou R$ 244 mil numa “escala técnica" de 24 horas — mais de R$ 10 mil por hora.
          Somos todos otários. Dá vontade de rir.